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A Promoção da autoavaliação nas escolas – A experiência do SAME

A pressão institucional para a adoção de modelos, dispositivos ou simples práticas de autoavaliação tem sido uma constante desde o início do século XXI, seja na lógica de prestação de contas, seja na lógica de compreensão e melhoria dos processos e resultados educativos.
Neste contexto, um número expressivo de escolas e agrupamentos tem vindo a solicitar ao Serviço de Apoio à Melhoria das Escolas (SAME) que disponibilize referenciais, metodologias e instrumentos que permitam adotar uma prática sistemática de produção de autoconhecimento das várias realidades escolares e que induza a uma prática de planeamento e concretização de ações de melhoria das práticas educativas.
O referencial que tem servido de guia à ação dos consultores do SAME considera os domínios e indicadores que estruturam a avaliação externa da Inspeção-Geral da Educação e Ciência (IGEC), mas vai bastante além do que aí está previsto, na tentativa de construir uma visão mais integrada e focada nos processos que têm poder de melhorar os resultados académicos, sociais e pessoais.
Esta focalização não pode ignorar a centralidade da sala, pois aí se concretiza (ou não) uma parte expressiva da aprendizagem prescrita no currículo e programas.
* SAME – Serviço de Apoio à Melhoria das Escolas, um serviço da Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa, criado em 2008.
** Centro de Estudos em Desenvolvimento Humano (CEDH), Faculdade de Educação e Psicologia da Universidade Católica Portuguesa.

Revista Portuguesa de Investigação Educacional, vol. 14, 2014, pp. 41-66
A PROMOÇÃO DA AUTOAVALIAÇÃO NAS ESCOLAS – A EXPERIÊNCIA DO SAME*
José Matias Alves**
Joaquim Machado**
João Veiga**
Ilídia Cabral**
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